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e.leclerc.pt
Implementações
AS IMPLEMENTAÇÕES

“A utilidade não tem fronteiras… e o poder de compra do consumidor é uma causa a defender em cada país. Longe do desenvolvimento monolítico dos grupos cotados, E. Leclerc desenvolve o seu esquema noutros países, à volta do espírito de independência. O que torna ainda mais visível a utilidade do Movimento, porque se não se propõe um modelo alternativo na Europa, é o futuro do comércio independente que está em jogo.

CONSTRUIR A EUROPA DO COMÉRCIO INDEPENDENTE

O desenvolvimento europeu da insígnia faz-se sempre à volta da partilha dos valores fundamentais do Movimento. Após ter trabalhado num ou várias lojas E. Leclerc, os aderentes que abrem a sua loja beneficiam do apadrinhamento de aderentes e do apoio de ferramentas comerciais, técnicas e financeiras. O objectivo é ajudar o empreendedor para beneficiar das vantagens de uma organização nacional com bom desempenho, preservando ao mesmo tempo a sua capacidade de adaptação às especificidades dos modos de consumo e do poder de compra dos diferentes países.

O desenvolvimento apoia-se em três modelos de implementação:
• a insígnia reproduz o modelo francês do desenvolvimento pela criação de lojas, como por exemplo na Eslovénia, em Portugal ou na Espanha com a colocação do sistema de apadrinhamento;
• a compra de uma cadeia independente, como na Polónia com a mudança de insígnia das 25 lojas da insígnia Billa, compradas ao grupo alemão Rewe para alargar a presença de E. Leclerc no território polaco;
• a reaproximação com outros grupos independentes como na Itália, com o Conad. As duas insígnias independentes reaproximaram-se para que cada uma beneficie das forças da outra. E. Leclerc beneficiou por conseguinte do conhecimento do mercado da Conad, enquanto que a Conad aproveitou da experiência do E. Leclerc no desenvolvimento dos hipermercados.
Paralelamente, o desenvolvimento apoia-se também em duas sociedades colectivas que tratam das novas implementações na Internacional:
• UNILEC, que apoia as lojas no seu lançamento, com nomeadamente a disponibilização de colaboradores e módulos de formação. Coordena a organização da insígnia nos diferentes países e participa na animação dos parceiros internacionais.
• SOFILEC, que disponibiliza meios financeiros necessários ao desenvolvimento de novas lojas e supervisiona o desenvolvimento da insígnia no seio cada país.
Em Fevereiro de 2011, a força do modelo E. Leclerc exporta-se com sucesso através 108 lojas:
• 11 na Espanha • 31 na Itália • 40 na Polónia • 22 em Portugal • 2 em Andorra • 2 na Eslovénia*

Mesmos valores, mesmos combates
Em todos os casos, a vocação de comprar mais barato para vender mais barato e a vontade de tornar acessíveis novos tipos de produtos permanecem no centro da missão da insígnia. Os conceitos de ofertas especialidades instalam-se também noutros países europeus: contam-se por conseguinte 2 espaços culturais na Polónia e na Espanha, 20 parafarmácias na Itália, 4 centros Auto e 3 Brico em Portugal.

Coopernic, uma estrutura europeia ao serviço do poder de compra
Enfim, desde 2006, face ao acelerar do movimento de concentração que toca todos os sectores da indústria agroalimentar e da distribuição, E. Leclerc fundou uma aliança ao lado de quatros distribuidores independentes europeus animados por uma mesma visão do futuro: Conad (Itália), COOP (Suiça), REWE (Alemanha), e Colruyt (Bélgica). Esta aliança tem por objectivo trocar o saber fazer, de modo a beneficiar os consumidores dos melhores produtos e dos melhores serviços aos melhores preços.

*Números E. Leclerc à 01 de Fevereiro de 2011.
editorial
Os combates de acessibilidade
Há 60 anos que o E. Leclerc prossegue um objectivo: democratizar o consumo e permitir que mais pessoas tenham acesso a todos os produtos e serviços. A acessibilidade é principalmente uma questão de preço. Os preços devem permanecer o mais barato possível, independentemente do produto.

Para o E. Leclerc, acessibilidade, é também uma questão de proximidade e de informação. É propôr novos mercados, como cuidados pessoais, jóias ou cultura. A marca teve que combater, lutar contra as leis ultrapassadas, quebrar monopólios e desenvolver novas competencias.
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