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SERÁ QUE É PRECISO SER RICO PARA CONTINUAR COM SAÚDE?

O Combate da parafarmácia

Se hoje parece normal encontrar com facilidade e a preços concorrenciais cotonetes ou fraldas para bebés, quase que nos esquecemos que ainda há alguns anos atrás, só os encontrávamos nas farmácias e à um preço elevado!

“O E. Leclerc propõe desde 1088, cerca de 6000 referências de grandes marcas para responder às expectativas dos seus clientes.”

Este combate, que a insígnia E. Leclerc iniciou em 1988, permite hoje propor mais de 6000 referências de grandes marcas para responder às expectativas dos seus clientes em matéria de cosmética, dietética, aromaterapia, fitoterapia ou ainda higiene buco-dentária, cuidados capilares, produtos biológicos…

Com 155 parafarmácias * que praticam preços E. Leclerc, é mais fácil e mais barato de cuidar de si e de sua saúde.

Medicamentos: quando o custo da saúde pesa cada vez mais.

É um facto: a saúde é um dos primeiros motivos de preocupação dos Franceses. É-lo ainda mais que, o défice crónico e crescente do nosso sistema de saúde vai sobrecarregar financeiramente cada vez mais o orçamento das famílias.

Já em março de 2006, no seguimento da onda de não comparticipação maciça de medicamentos, observou-se um aumento importante dos preços de 36%* em média.

Quando o ministério da saúde propõe, em 2008, a liberalização de medicamentos sem receita médica obrigatória, não comparticipados (PMF-NR), é no sentido de permitir a concorrência e, normalmente, a baixa dos preços. Mas no entanto, um estudo do BIPE** encomendado pelo E. Leclerc demonstrou que para um mesmo produto, os preços podem variar do simples ao triplo de um laboratório para outro*. É a prova que a concorrência não funciona entre laboratórios.

Ora se os preços dos medicamentos não comparticipados são livres, é indispensável que o jogo normal da concorrência regule a evolução. Mas hoje, estes aumentos são de tal ordem que 36% dos franceses já renunciaram à compra de um medicamento não comparticipado devido ao seu preço*

A saúde tem um preço… que se torna perigoso para a saúde.

Todos iguais no acesso à saúde

Para o E. Leclerc, é inaceitável que se instale uma “saúde de duas velocidades”. Para baixar os preços dos medicamentos não comparticipados e instaurar uma verdadeira política de concorrência, benéfica para o paciente-consumidor, a insígnia propõe que os seus farmacêuticos possam vender medicamentos sem receita médica e se comprometam a praticar os preços mais baixos do mercado.


*fonte E. Leclerc
**Estudo conduzido pela sociedade de estudos e de aconselhamento BIPE, de 6 a 10 de outubro de 2009, sobre os medicamentos sem receita médica obrigatória, não comparticipados (PMF-NR). Consulta da metodologia no site www.sesoigner-moinscher.com
editorial
Os combates de acessibilidade
Há 60 anos que o E. Leclerc prossegue um objectivo: democratizar o consumo e permitir que mais pessoas tenham acesso a todos os produtos e serviços. A acessibilidade é principalmente uma questão de preço. Os preços devem permanecer o mais barato possível, independentemente do produto.

Para o E. Leclerc, acessibilidade, é também uma questão de proximidade e de informação. É propôr novos mercados, como cuidados pessoais, jóias ou cultura. A marca teve que combater, lutar contra as leis ultrapassadas, quebrar monopólios e desenvolver novas competencias.
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